Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

À DESCOBERTA DE BARCELONA

Por Hugo Portela
Em primeiro lugar gostava de agradecer ao meu grande amigo Nuno Abranja por me ter dado a oportunidade e a honra de escrever um artigo no seu distinto blog de Turismo. Sendo assim vou dedicar algumas linhas a descrever-vos a minha viagem à cidade condal de Barcelona, esperando não ser tão exaustivo como foi a visita, com o principal objectivo de aconselhar a quem pondera visitar esta fantástica região.
Começo por dizer que consegui arranjar um apartamento para 4 pessoas com um preço bastante acessível, na Av. Rosselló, a cerca de 100 mt da Sagrada Família e de 2 Estações de Metro com o mesmo nome (Linha 2 e Linha 5), assim como paragens de autocarros e Touristic Bus. Aconselho vivamente a comprarem um cartão chamado Barcelona Card, que para além de terem direito a descontos em restaurantes, museus, espectáculos, lojas, dá direito a andar de autocarro, eléctrico e de metro em toda a cidade de Barcelona. O cartão pode ser adquirido logo em Portugal, na Rua do Carmo, em Lisboa, e os preços variam consoante o número de dias que se pretende ficar em Barcelona. No meu caso, custou cerca de 36,00€ para os 4 dias.

Chegado ao Aeroporto Del Prat, Barcelona, situado a cerca de 12 km do centro, deparei-me logo com a facilidade de transporte para o centro da cidade. Autocarro, comboio ou táxi, é à vossa escolha. Optei pelo autocarro, cujo preço é pouco mais de 4€, e tem como última paragem a Plaza de Catalunya. Como estava atrasado para chegar ao apartamento e estavam à espera para me dar a chave do mesmo decidi seguir num táxi até à Av. Rosselló, cerca de 3km, não mais. Aproveitei para falar com o taxista e deparo-me com mais diferenças em relação ao nosso país. O metro está aberto todos os dias até à 01h da manhã, até às 02h às sextas e durante toda a noite de sábado. Como ainda era cedo saí um pouco à rua depois de deixar as malas em casa e fui dar uma volta a pé até Passeig de Gràcia, onde ficam as famosas La Pedrera e Casa Batló, acabando por descer a rua toda e chegar novamente à Plaza de Catalunya. No regresso encontrei uma situação que seria uma boa solução para me deslocar pela cidade sem ser de metro, o Bicing. Trata-se de várias bicicletas que estão presas a um corrimão metálico e que são desbloqueadas electronicamente passando um cartão num visor e que existem em vários pontos estratégicos da cidade. Só mais tarde soube que era exclusivo para uso dos locais.

No primeiro dia decidi ir em direcção à La Rambla ver as várias pessoas que se fantasiam e posam para a fotografia com os turistas como se de estátuas se tratassem. Muitas fantasias são bastante bem conseguidas. Um pouco mais abaixo encontra-se do lado direito o famoso Mercat St Josep La Boqueria. É uma autêntica confusão de pessoas e bancadas mas pode-se apreciar a graciosidade com que os vendedores montam as suas bancas. Desde chocolates de vários feitios e para todos os gostos, bolos tradicionais, frutas, sumos de fruta, uma mescla de cores de fazer os olhos comerem. Praticamente a meio da La Rambla viro para a esquerda para uma rua que vai dar a uma praça onde se encontram vários restaurantes com esplanada para se almoçar, existindo basicamente refeições típicas e para todos os “bolsos”. Seguindo por uma outra rua estreita vou ter à Career Jaume, uma rua de lojas e bares onde se podem fazer algumas compras. No meio desta rua existe uma praça, a Plaza St Jaume, que é uma das portas de entrada para o famoso Bairro Gótico. Aqui podem encontrar pormenores excelentes de arquitectura a fazer lembrar tempos longínquos e também algo sinistros e onde numa ou noutra esquina se pode encontrar um grupo de jovens artistas, seja a tocar instrumentos seja a pintar. Um pouco mais à frente encontro a Catedral de Barcelona, entro, por cerca de 5€, e vejo logo os jardins do claustro. Entrando na Catedral a visão é espectacular. Enorme, imponente, com vários vitrais, um Altar Mor, um órgão grandíssimo, várias capelas interiores, a cripta de Sta Eulália e no centro da Catedral o Coração, uma obra imponente e onde se pode ver pintado por cima de uma cadeira as quinas de Portugal. Num dos lados da Catedral existe um elevador que vai dar aos terraços onde se podem ver de mais perto as duas torres campanar de 53 mt e, como em qualquer catedral gótica, podemos observar as Gárgulas. Saindo da Catedral e regressando à Career Jaume viro à esquerda e começo a descer a rua até chegar à estação de Metro Jaume (Linha 4). Daqui sigo em frente e encontro o Museu Picasso. Com o Barcelona Card entro por cerca de 7€ e vejo as obras de um grande pintor e também escultor. Agora há que fazer um esforço e voltar para trás até à estação de Jaume onde apanho o metro até Passeig de Gràcia (Linha 4). Aqui vou mudar de linha e encontrar um dos túneis mais longos que conheci, apesar dos túneis no metro de Barcelona serem praticamente todos enormes, com uma temperatura superior a 30 graus, e vou para a Linha 3 para a estação de Drassanes. De referir ainda que dentro do metro o ar condicionado está ligado, é forte e muito provavelmente inferior a 18 graus. Saindo em Drassanes visito o último monumento do dia, o Mirador de Colom. A subida de elevador é grátis, graças ao cartão Barcelona Card, e lá de cima temos uma visão bastante diferente da cidade de Barcelona pois consegue-se visualizar quase todos os monumentos mais importantes e parecem ser bem perto uns dos outros. O problema é que quando estamos a pé as coisas são bem diferentes! Para pior! Para evitar trocar novamente de linha no metro e para apreciar mais a cidade dirijo-me a pé, junto às docas, até Barceloneta. Aí entro no metro (Linha 4) e ando uma estação até à Vila Olímpica. No Port Olimpic encontro uma variedade de restaurantes, bares e diversão, desde concertos ao ar livre, centro comercial e o Gran Casino de Barcelona.

Depois de uma noite mal dormida devido aos festejos da noite anterior da vitória de Portugal sobre a Turquia, esperava-me pela frente um dia com bastante caminhada. Assim, estação de metro Sagrada Família (Linha 5) até à estação Diagonal e trocar para a Linha 3 até à estação Vallcarca. O destino era Park Guell. Logo depois de sair da estação encontro uma placa a dizer “Park Guell 900 mt”, virei à esquerda e qual não é o meu espanto que são 900 mt a subir uma rua bastante íngreme, mas até escadas rolantes existiam pelo caminho para as pessoas irem descansando! Chegando lá acima verifiquei que tinha entrado por uma das portas que não a principal. Continuei a subida até chegar ao famoso terraço onde os bancos são feitos com pequenos mosaicos multi coloridos e onde se tem uma vista fabulosa sobre a cidade. Por baixo deste terraço, suportado por várias colunas, encontramos variadas imagens nas abóbadas, todas elas diferentes. Em frente fica a entrada principal do parque com o famoso lagarto. Quem está de frente para a saída encontra do lado direito a Casa Museu Gaudí. Saindo pela porta principal do parque vejo uma nova placa a dizer “Estació Lesseps 1200 mt”! O que vale é que era a descer até ao metro. Estando ali tão perto não podia deixar de visitar a Catedral Sagrat Cor. Para tal é necessário andar um pouco mais a pé desde a estação de metro Lesseps até El Putxet onde se pode apanhar o Ferrocarril que sobe a Av. Del Tibidabo e vai até à Plaza Funicular. Aqui compra-se o bilhete de ida e volta por cerca de 2 ou 3€ e vai-se de funicular até ao alto da colina. Chegado lá cima, para além da maravilhosa vista que se tem da cidade pode-se ainda visitar a catedral e disfrutar de um parque de diversões.

Novo dia, dia este para visitar os monumentos mais famosos da cidade. Começo pela Sagrada Família. Entrada com desconto graças ao Barcelona Card, cerca de 7€, e por ser uma segunda-feira, nenhuma fila para entrar comparada com a fila enorme que dava a volta ao quarteirão no sábado de manhã. Vista imponente da entrada e desconsolo completo depois de entrar! Não se vê nada, basicamente são só obras, gruas e andaimes. Seguimos um caminho delineado por eles e saímos pelo outro lado, o que dá acesso ao museu que se encontra por baixo. Não mais de 5 a 10 minutos para ver o famoso monumento. Para subir, só de elevador, com filas a demorarem 1h30m e ainda se paga 2€. Já nem pelas escadas é possível subir! No museu, também nada de especial, maquetas enormes de réplicas do monumento, pessoas a trabalharem nessas maquetas e eu pergunto-me, para quê tanta gente a fazer maquetas enormes para turista ver em vez de avançarem com as obras verdadeiramente?! No museu destaco apenas duas coisas, uma maqueta invertida feita pelo Gaudí absolutamente fantástica, difícil de explicar. Ele pendurou num tecto vários saquinhos de areia presos entre si por cordéis e por baixo um espelho onde se vê a maqueta da Sagrada Família em pé. Para a altura, era simplesmente genial! A outra situação a destacar é um painel que se encontra praticamente na saída do museu com a cronologia dos acontecimentos, desde a primeira pedra até aos dias de hoje. Passa-se a conhecer a história da Sagrada Família. De seguida, estação de metro Sagrada Família (Linha 2) até Passeig de Gràcia. Próxima visita, La Pedrera. Projecto de Antoni Gaudí, de 1905, construído entre 1906 e 1910 para a família Milà, cuja fachada apresenta uma série de formas onduladas de pedra sem uma única linha direita e com o ferro forjado nas varandas a imitar vegetais. Subindo de elevador ou pelas escadas podemos visitar uma reprodução do que seria um apartamento original do edifício no princípio do séc. XX. Subindo ao sótão encontram-se maquetas das suas obras e a forma como desenhava as curvas, além de filmes sobre a sua obra. Daqui temos acesso ao terraço, com uma vista fabulosa, e com um conjunto de chaminés cujo design parece um exército de guerreiros. Descendo mais um pouco encontramos a Casa Batló. Não posso falar muito dela porque não a visitei. Para além de estar muita gente para entrar achei o preço de mais de 15,00€ exagerado. De referir que a casa já existia mas uma família de classe média pediu a Antoni Gaudí uma reforma do edifício. Assim, salienta-se a fachada principal de mosaicos coloridos, balcões com formas orgânicas e colunas que mais parecem ser ossos humanos. De seguida decido ir ver o Palau de la Musica. Entro no metro na estação Passeig de Gràcia (Linha 4) e ando uma estação até Urquinaona. Desço pela Via Laietana e encontro-o um pouco mais abaixo, do lado esquerdo, atrás de uns edifícios. Compro o bilhete, cerca de 10/12€, com direito a visita guiada que dura perto de 50 minutos e apresso-me a ir almoçar. Almoço num dos inúmeros restaurantes que existem nas ruas em redor do Palau e sigo para a visita onde conheço um pouco da história do Palau. Volto a entrar na estação de metro Urquinaona, para desta vez seguir na Linha 1 e ir até à estação da Catalunya. Aqui mudo para a Linha 3 e sigo até à estação de Paral-lel. Assim que saio do metro apanho o Funicular de Montjuic para a próxima visita, Parc de Montjuic. Para variar, quando se chega lá acima tem-se uma vista espectacular sobre a cidade. Aqui, para além dos jardins do parque pode visitar-se o Estadi Olimpic, Museu Olimpic dels Esports, Fundació Juan Miró, Jardí Botànic, alguns museus, entre eles o Museu Nacional D’Art de Catalunya. Em frente a este último e quando se começa a descer até à Plaza de Espanya encontra-se a Fonte Magica, onde é realizado um espectáculo de água e luz aos fins de semana, a partir das 19h. Um pouco mais abaixo, do lado esquerdo, e para os interessados em arquitectura está o Pavelló Mies van der Rohe.

Depois de 3 dias de constante movimento para visitar os locais mais importantes da cidade, o último não foi muito diferente. Como tinha de sair cedo do apartamento e levar a bagagem, e tinha decidido fazer as compras de última hora, não seria aconselhável andar de mala às costas. A solução foi levar as malas até Sants Estació, uma estação enorme que tem ligação com tudo, desde metro, comboio para vários locais, tais como: aeroporto, TGV, etc, e colocá-las num cofre, sem ter necessidade de trocar de linha de metro (Linha 5 – Sagrada Família-Sants Estació). Estando ali tão perto não podia deixar de dar um saltinho ao Estádio do Barcelona, Camp Nou, Linha 3 do metro, Sants Estació-Les Corts, mais uns 5 minutos a pé e lá estava ele entre os prédios. Uma visita rápida à volta do recinto, entrada na loja do clube e mais nada, porque a confusão era muita, apesar de ser cedo. Havia um importante jogo de hóquei em patins naquele dia. Novamente Linha 3 do metro, Les Corts-Catalunya, e começo a descer La Rambla para as últimas compras. Aqui as lojas de “souvenirs” funcionam como nos países do norte de África, há que saber regatear. O truque está em mostrar-se pouco interessado, dizer que acha caro e ir saindo da loja. Até nos vêm buscar à porta para nos vender os produtos que tínhamos na mão a um preço bem mais baixo, e em quantos mais produtos tivéssemos interessados maior seria o “desconto”. Depois das compras feitas era hora de almoçar, nunca na Rambla, porque aí come-se mal e é relativamente caro; mas se se deslocarem a uma paralela ou perpendicular conseguem comer por um preço mais acessível e bem melhor. De seguida é só entrar novamente no metro, Linha 3, Drassanes é uma boa opção, e seguir até Sants Estació onde estão as malas. Com o Barcelona Card temos acesso ao comboio que vai para o aeroporto sem pagar.

Conclusão
Depois de lá ter estado percebo o porquê da maioria das pessoas que já lá foram dizerem que não se importavam de lá voltar ou até mesmo de lá viver. Por incrível que pareça, não existe trânsito em demasia nem demasiado stress, como em Lisboa, e há um movimento enorme de pessoas nas ruas. Simplesmente porque Barcelona tem um sistema de transportes públicos muito mais avançado que o nosso. É quase impossível uma pessoa perder-se. Estejam onde estiverem existem indicações para todo o lado, seja de metro, autocarro, eléctrico, ou outro. Só para terem uma ideia, assim que se encontram no apeadeiro do metro têm indicações para onde são as outras linhas, que autocarros existem na rua e se existe ligação com mais transportes públicos. Se estiverem numa paragem de autocarro têm um mapa da cidade que indica as paragens desse autocarro por onde ele vai passar, bem como as estações de metro mais próximas, e ao lado têm um mapa do metro da cidade para saberem se a estação interessa ou não, ou se o autocarro é aquele ou devia ser outro. É impossível perdermo-nos. Além de que existe uma informação constante que nos diz quanto tempo falta para chegar o próximo metro, que, de 4 em 4 minutos, em média, surge um. Não falha. Por isso digo eu também, se tiver oportunidade hei-de lá voltar um dia.

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A "Regionalização" das Regiões de Turismo

Foi no último mês da ano que findou que o Conselho de Ministros decidiu substituir as velhinhas 19 Regiões de Turismo por apenas 5, argumentando que a "promoção de Portugal padece do excesso de organismos e entidades envolvidas neste processo, com a consequente perda de eficácia e desaproveitamento de recursos". Como resultado de uma decisão tão polémica é natural que a controvérsia continue e duas das principais associações envolvidas já se fizeram ouvir. Do lado da concordância temos a APAVT que já se congratulou por esta redução, defendendo que Portugal precisa de coesão e desta forma alcança-a. Do lado oposto a ANRET que considera esta decisão um "desastre", pois as próprias regiões de turismo já estavam a tomar posições para responder à necessidade de escala para o sector do turismo. Quanto a nós, é aguardar para ver a Lei, mas uma coisa é certa: estamos definitivamente na Era das mudanças cáusticas e dúbias por terras lusitanas!

REPRIMENDA

Não há dúvida que o turismo é muitas vezes vítima da inércia de funcionários e de funcionalismos alheios a esta actividade. Quem entra no nosso país por ar sujeita-se a enfrentar algumas horas de espera no aeroporto, depois do cansaço que uma viagem aérea emana. Ao sair do avião, quer provindo de dentro do espaço Shenguen, quer de outra parte do mundo, somos transportados de autocarro até uma sala do aeroporto onde somos depositados numa fila de pessoas que se agrupa abruptamente, a fim de cada um poder exibir a sua identificação ao oficial que insere o número do documento apresentado na procura de confirmação. Depois deste ensejo demorado, confrontamo-nos ainda com largos minutos de delonga na expectativa de recolhermos a bagagem que, contaríamos nós, já estar a passear no tapete rolante à espera que a recolhêssemos, devido ao nosso atraso numa fila ininteligível e por ninguém compreendida.
Uma coisa vos digo, visitei 9 aeroportos nos últimos dois anos, 8 dos quais europeus, e nunca fui cotejado em nenhum deles com uma demora tão expressiva e inconveniente como em Lisboa. Os terminais aeroportuários que visitei fizeram-me sentir os benefícios em ser cidadão da União Europeia, no que concerne a questões de controlo, justamente pelos benefícios que temos comparados com todos os outros. Porquê que em Lisboa não funciona assim? Será esta situação benéfica para o turismo em Portugal? Quanto tempo demorará a passar a palavra desta incompetência aeroportuária nacional? São questões sobre as quais irei reflectir intensivamente e actuar sem dilação dentro das minhas limitações. Aconselho a todos os leitores a fazê-lo igualmente.

Bom turismo!

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A SABER...

Organização Mundial do Turismo
Organismo especializado das Nações Unidas para debater as questões do sector turístico
A Organização Mundial do Turismo, com sede em Madrid, é o Organismo especializado das Nações Unidas para debater as questões do sector do turismo, constituindo uma fonte de conhecimentos especializados. A OMT congrega, actualmente, 150 países (membros efectivos) e sete Territórios, representados pelas Administrações Nacionais de Turismo, bem como mais de 400 Membros profissionais (membros associados), que representam as Associações do sector, Instituições de Formação e Empresas.
Os Órgãos da OMT são:
- Assembleia-geral: órgão supremo da OMT reúne todos os dois anos para aprovar o orçamento, o programa de trabalho e discutir os assuntos de capital importância para o sector turístico. A Assembleia-geral tem como órgãos subsidiários seis Comissões Regionais.
- Conselho Executivo: órgão de direcção da OMT, ao qual compete acompanhar a execução do programa de trabalho e orçamento da Organização. Reúne duas vezes por ano e é composto por 28 membros eleitos em Assembleia-Geral, mais a Espanha onde está sedeada a Organização. O Conselho Executivo tem como órgãos subsidiários oito Comités.
- Secretariado: dirigido pelo Secretário-geral, funciona em Madrid e é composto por cerca de seis dezenas de funcionários a tempo completo.
Actualmente, da agenda política da OMT fazem parte temas como: a Avaliação Económica do Turismo (Conta Satélite), o Turismo Sustentável, a Formação e a Gestão de Conhecimentos, as questões da Qualidade e a implementação do Código Mundial de Ética do Turismo.
Portugal é membro efectivo da OMT, estando a sua representação a cargo do Turismo de Portugal, I.P. que, neste contexto, acompanha a agenda internacional para o sector.
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A força do turismo e dos seus aprendizes!